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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Bela Manhã ( Texto de Carminha )

Meu pensamento voa no imaterial, mais uma vez.
Passa por entre as folhas e galhos erguidos naquela frondosa árvore.
Observa o bailado das folhas tocadas, suavemente, pelo vento desta linda e ensolarada manhã.
Não busca nada e se distrai com a singela e bela paisagem do lugar.
Um matiz de verde sem condições de cópia. O que deve deixar o artista alerta por aproximar desse tom que tem vida.
Mas olhem isso: um pássaro pulando naqueles galhos mais finos.
Busca alimento, se protege do sol, parou de voar para descansar?... Não sei ao certo.
Provavelmente seu canto seja um louvor ao Criador. Uma manifestação de agradecimento pela natureza e sua exuberância.
A buzina acionada naquele veículo despertou-me do lugar.
Quebrou a sintonia chamando-me para outro cenário: o da via pública.
Só me resta seguir em frente de volta prá casa.
E a natureza continuará seu espetáculo. Que vejam quem tem olhos sensíveis para ver.

sábado, 10 de março de 2012

Simplesmente... ( Texto de Carminha Cota )

Olhar para o céu, penetrando além das densas nuvens, trazendo para si a sensação do silêncio forte e ao mesmo tempo sentir ecoando na alma uma quietude indefinível...
Que ambiente único!
Que sensação nova!
Capaz de despertar na imaginação quadros geográficos do espaço imaginável.
Mais uma contribuição para a sensibilidade ali experimentada.
Oh brisa que desperta o Ser para a realidade... impregnando nas narinas o cheiro verde da natureza presente...
Extrai-se daqui uma nova aventura.
A aventura de viver simplesmente.
Que maravilha!...

Dia a dia   ( Texto de Carminha Cota )

Na conduta diária do Ser em sua caminhada evolutiva, diversos quadros vão se figurando ante seus olhos, desafiando postura com certo tempo para cada ação.
A impermanência das situações arrancam sentimentos de matizes variados, como a ofuscar velhos aprendizados.
A vida cotidiana tende a modificar as reações do Ser, criando campo para cada atuação, formando novas opiniões acerca dos obstáculos que surpreendem e fortalecem as experiências.
Nada como um dia após o outro...

sexta-feira, 9 de março de 2012

De Pés Descalços ( texto de Carminha Cota )


Deitada na relva da imaginação, diviso ao longe o imaterial inerte no infinito das possibilidades.
Calço minhas mãos hábeis de projetos direcionados ao sucesso.
Num vai e vem dos pensamentos, o auxílio vem em forma de discernimento.
Já não há mais tempo para os erros e a felicidade urge nas entranhas das oportunidades.
O tato trafega na matéria, deixando no ar o drible das explicações.
Tonturas tiram o corpo do lugar, dando a sensação de dar um passo impensado.
O verbo se confunde com as expressões que já não se quer mais articular.
E o silêncio, absoluto senhor do afastamento dos fatos, cria na mente algo quase que um sonho, se não fosse pela intenção de se buscar ideais realizáveis.
Fatos, atos, reações... E o prosseguir torna-se mais definido.